É o número-herói da gestão de frota, e a própria tela mostra a fórmula:
(combustível + manutenção + pneus) ÷ km rodado
Abaixo do valor, o sistema explicita a conta — por exemplo “operacional R$ 1,5M em 731K km · últimos 12 meses” — e mostra a composição em barras: quanto do custo é combustível, quanto é manutenção e quanto é pneu, em percentual e em reais.
Essa divisão é o que orienta onde mexer: se combustível responde por dois terços, negociar preço de peça muda pouco; se manutenção está subindo, o problema pode ser proteção preventiva em atraso.
Logo abaixo vem a tabela “Veículo mais caro de rodar”, com modelo, placa e o R$/km de cada um, do mais caro para o mais barato. É a lista para começar qualquer investigação: o veículo no topo ou está mal utilizado, ou está pedindo revisão, ou já passou da hora de sair da frota.
Tudo respeita o período escolhido na barra (7 dias a 12 meses, ou personalizado).